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sexta-feira, 3 de junho de 2011

3 é D +

Um lar para o casal projetado em múltiplos de três

O loft 3 é D+ foi todo projetado para ser o lugar ideal de um casal moderno e antenado, que busca tornar a vida mais agradável em meio à metrópole.

A ideia principal da arquiteta Ana Rita Sousa e Silva foi mostrar, assim como no velho ditado, que um é pouco, dois é bom e três é demais. Apesar de o loft ter sido construído para um casal, as composições em seus ambientes são todas múltiplas de três. O cubo, de 81 metros quadrados e pé-direito de 3 metros de altura é dividido em três setores, integrados com três ambientes cada.

No setor central, atrás do hall de entrada, há o banheiro isolado por duas paredes que separam os outros setores. Logo atrás, vem um jardim interno que também dá vista para a sala de estar e para o escritório. Do lado direito, em um único ambiente, encontram-se o closet, o dormitório e o escritório. A sala de estar, a cozinha e a sala de jantar encontram-se do lado esquerdo e formam o terceiro setor integrado.

Luz e cores
faixa linear de vidro na parte inferior da casa dá lugar às janelas do loft. As persianas são automatizadas e controladas pela quantidade de luz solar, com uma programação de cenários que acende ou apaga automaticamente conforme o período do dia para que não haja desperdício de energia.

O forro dos dois setores laterais é revestido com uma textura que imita madeira. Os tons de bege e cinza, além das madeiras, foram priorizados para sustentar a sensação de aconchego ao ambiente.

quarta-feira, 1 de junho de 2011

O QUARTO PODER

Filme mostra a responsabilidade dos profissionais de comunicação ao apresentar exemplos de jornalistas que ferem a ética em busca de um furo de reportagem

As sociedades costumam ser constituídas por três poderes: Executivo, Legislativo e Judiciário. Em alusão a isso, o filme “O quarto poder” leva o espectador a refletir sobre a existência de outro “poder”, capaz de exercer uma forte influência sobre a formação da opinião das pessoas a respeito de algo: o da imprensa.

A trama se passa em uma cidade da Califórnia, nos Estados Unidos, e conta a história de Max Brackett (Dustin Hoffman), um repórter de televisão que já foi um profissional respeitado em uma grande emissora, mas que vive um período complicado, em que só faz coberturas sem importância.

Em uma ocasião, enquanto Brackett fazia uma matéria num museu de história natural, ele testemunha um segurança do local, Sam Baily (John Travolta), que foi demitido, pedir seu emprego de volta. Não conseguindo ser atendido, o desempregado passa a ameaçar a diretora da instituição com uma espingarda e, acidentalmente, efetua um disparo, ferindo outro segurança, seu colega de trabalho.

Desesperado com a situação, Baily faz como refém um grupo de crianças que visitavam o museu. Diante daquela circunstância, o jornalista, que vive dias de anonimato, vê ali uma grande oportunidade de fazer a reportagem da sua vida. Ele procura convencer o segurança a lhe dar uma cobertura exclusiva para o caso, prometendo, em troca, comover a opinião pública com a triste história do guarda desempregado.

Pela televisão, em poucos instantes, a vida de Baily, que só queria o seu emprego de volta, começa a atrair a atenção das pessoas em todo o país. Totalmente envolvido com aquilo, motivado pela possibilidade de se projetar e voltar à evidência, Brackett chega até a atuar como negociador do sequestro. No entanto, nem tudo termina como ele planejou, em virtude da manipulação e do sensacionalismo criado em cima do caso.

O “quarto poder”, disponível em DVD, é um filme que, acima de tudo, nos mostra o peso da responsabilidade dos profissionais de comunicação, ao apresentar exemplos de jornalistas que ferem a ética em busca de um furo de reportagem, apenas em nome da audiência.